Tuas são pois, uma vez mais....
As recordações, e todos os sentidos...
Quando o brilho passa por meus olhos...
Geralmente é seu sorriso que origina o mesmo...
Tuas são pois, um dia mais...
Todas as poesias, e todas as canções que ouço...
Quando a preocupação passa por minha mente...
Geralmente é sua distância que origina a mesma...
Tua é pois, novamente...
A sinceridade que não seguro diante de ti...
Quando a insegurança passa por meu coração...
Geralmente é sua proximidade que origina a mesma...
Pois pela primeira vez digo não mais...
Aos medos que crio dentro de mim....
Quando eles me alteram...
Geralmente é por que não te quero longe...
Aqui estou! (digo então)....
Seguro do que estou dizendo...
Quando assim me encontro...
Geralmente me sinto bem comigo mesmo...
Distante deve estar o medo de arriscar...
Longe mantida a insegurança de perder...
Quando sentires isso...
Sempre saiba que não há em mim a chance de deixar isso...
Abandonada lhe deve ser a aparente necessidade...
De gostar de quem não corresponde...
Quando sentires isso...
Leia o verso anterior... e todos outros, para que assim possa escrever mais....
Junto de ti....
Célio de Ávila



